April 20th, 2010

Deus Abomina a Mediocridade…e Você?

Por Gutemberg de Macedo

“Viu Deus tudo quanto fizera, e eis que tudo era perfeito”.

Gênesis 1.31

“Conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente. Quem dera fosses frio ou quente! Assim, porque és morno e nem és quente nem frio, estou a ponto de vomitar-te da minha boca”.

Apocalipse 3.15 e 16

“Tenho mais medo da mediocridade do que da morte”

Robert Louis Fosse, coreógrafo, diretor de filmes e de musicais, 1927 a 1987

A mediocridade é endêmica e generalizada no Brasil, à exceção de algumas poucas ilhas de excelência instaladas em diferentes partes do país – em algumas poucas universidades, centros de pesquisas, laboratórios clínicos e empresas de segmentos mercadológicos diferenciados.

A mediocridade está profundamente arraigada em nossa cultura, costumes, práticas sociais e comerciais, muitas delas visivelmente viciadas e corrompidas. Ela é caracterizada pela superficialidade, o artificialismo, o jeitinho brasileiro, a banalidade, a falsa amabilidade e o imediatismo. É possível identificar essa mediocridade no pífio desempenho de muitas de nossas organizações privadas e públicas e, acima de tudo, na desvalorização da educação e da cultura como instrumentos indispensáveis para o desenvolvimento individual e o progresso nacional. Ela está presente e se manifesta em todas as classes sociais e profissionais – na medicina, na engenharia, na advocacia, na administração, na economia, no magistério, na magistratura, no sacerdócio, no jornalismo, no sindicalismo, etc.

Ao contemplarmos seu elevado grau no Brasil, podemos muito bem repetir, sem medo de cometer qualquer tipo de injustiça, as palavras de Thomas Carlyle, 1775-1881, escritor, historiador e ensaísta escocês, “Esta é uma república da mediocridade”.

Às palavras de Thomas Carlyle, podemos adicionar a contundente observação feita pelo jurista baiano, doutor Rui Barbosa, há mais de 100 anos, a qual descreve com propriedade absoluta uma nação constituída por cidadãos medíocres: “ Onde não entra o sol, não entra a saúde, onde não entra a luz, não entra o asseio, onde não entra a claridade, não entra a ordem, a pureza, o contentamento. A vida que se desenvolve nas trevas, é a vida baixa, descorada, maligna dos miasmas, das savandijas e dos ratos, a vida triste, infecta e odiosa das masmorras, dos subterrâneos e dos esgotos. Quando os governos alugam os jornalistas, para enganarem a nação e o estrangeiro; quando os governos assalariam os telégrafos (hoje, a TV, emissoras de rádio, internet, etc) para intrujarem no país e no exterior; quando os governos venalizam os legisladores (nos dias atuais, eles usam os mensalões em suas diferentes formas), para servirem às suas ordens e cobrirem os seus crimes, a vida nacional fugiu do ar livre, e, subterrada na obscuridade, não gera senão bafios, minhocas, escorpiões e lesmas… Eis aí como apodrece uma nação”. (Obras Seletas, vol. XLVI, tomo I, pág. 26).

Mas, o que vem a ser uma república da mediocridade? Trata-se de uma nação cujos cidadãos não sabem valorizar a educação e a cultura. Temem o saber e ficam amedrontados e ameaçados diante de homens inteligentes, preparados e cultos. Eles não são capazes de criar e perseguir um ideal superior a si mesmos – “a edificação da nova Jerusalém de Deus ou de uma sociedade edificada sobra a colina” – (A City Upon a Hill – How Sermons Changed the Course of American History, Larry Witham, 2007) para usar a linguagem dos puritanos ingleses que chegaram à América do Norte, a partir de 1620. Não têm nenhum compromisso com o desenvolvimento das gerações atuais e, muito menos, com as futuras. Para eles, a aquisição de bons livros, a formação de boas e completas bibliotecas familiares e os investimentos no autodesenvolvimento é algo dispendioso e que não cabe em seu orçamento familiar. Eles não investem na aquisição de novos saberes e nem em pesquisa e desenvolvimento de novas tecnologias. Preferem, ao contrário depender das mentes alheias e cultivar uma mentalidade extrativista, ou seja – exploram os recursos naturais, porém não sabem agregar valor aos seus produtos. Eles desperdiçam os recursos humanos, físicos e financeiros de seu país, dilapidam o seu patrimônio histórico e cultural, não cultuam seus heróis, não preservam seus rituais e não valorizam a sua história. Enfim, valorizam o homem medíocre – o mediano, o modesto, o pequeno, o sem expressão ou originalidade, o banal, aquele que “não é quente e nem é frio” – simplesmente porque não representa uma ameaça às suas posições, privilégios e segurança.

Como disse o filósofo, político e escritor, Mariano José Pereira da Fonseca, o Marquês de Maricá, 1773-1848, “a mediocridade em tudo é uma garantia e penhor de segurança e tranquilidade”. Ou nas palavras de Sofocleto, “A mediocridade é a arte de não ter inimigos”.

José Engenieros, professor catedrático de filosofia, em seu excelente livro, “O Homem Medíocre”, descreve-os nos seguintes termos: “Eles são rotineiros, mansos; pensam com a cabeça dos outros; compartilham a hipocrisia moral alheia e ajustam seu caráter às domesticidades convencionais. Estão fora de sua órbita a inventiva, a virtude e a dignidade, privilégios dos caracteres excelentes, que os fazem sofrer e deles desdenham. São cegos para as auroras; ignoram a quimera do artista, o sonho do sábio e a paixão do apóstolo. Condenados a vegetar, não suspeitam que existe o infinito além de seus horizontes. O horror do desconhecido os ata a mil preconceitos, tornando-os temerosos e indecisos; nada atiça a sua curiosidade. Não vivem para si, mas para o fantasma que projetam na opinião de seus similares”.

E, o mesmo Engenieros, em outro trecho do mesmo livro, afirmou: “Quando se agrupam, são perigosos. A força do número supre a fraqueza individual. Unem-se aos milhares para oprimir quem não acha importante acorrentar sua mente aos elos da rotina. Subtraídos da curiosidade do sábio pela couraça de sua insignificância, fortificam-se na coesão do total. Por isso, a mediocridade é moralmente perigosa e seu conjunto nocivo em certos momentos: quando reina o clima de mediocridade”.

Em outras palavras, aquele que sozinho é praticamente inofensivo, para não dizer irrelevante, tem uma capacidade incomum de se unir a outros iguais em situação de “ameaça”. Da estatística, mostrado pela curva de Gauss, constataríamos que eles são maioria (ao redor da média, distante apenas a um desvio-padrão encontramos 67% da população). Da biologia vem o mecanismo de ação que é: tão logo haja a percepção do aparecimento de um corpo estranho (no caso, o não medíocre), este é encapsulado pela maioria medíocre e expurgado na primeira oportunidade e quanto mais rápido melhor – “as soon as possible”.

O homem medíocre é facilmente identificado nas organizações – e fora delas. É possível listar infinitas características, todas medíocres. Ele se esquiva de tudo que não é comum, parece ter viseiras de um burro que conhece um único caminho e confia numa única paisagem. Torna-se aprisionado na rotina, na burocracia e no servilismo as regras e procedimentos. Seu mundo é pobre, escuro, míope, e pior: evita a dúvida. Portanto não é capaz de criar ou de autorenovar. Suas referências são poucas e rígidas. Não busca conhecer a si mesmo, conhecer os outros e as circunstâncias. Manifesta-se solícito no comportamento para atrair a aprovação dos outros, mas a sua mente é opaca, resistente e tosca tal como a dos homens das cavernas de Platão. Ilude-se, pois acredita que o seu mundo é seguro, conhecido e previsível. Essa é a condição mais desalentadora porque restringe a sua ambição, sua curiosidade, sufoca toda e qualquer tentativa de evolução e ou destruição. Tem ojeriza, ao que não é comum ou que é díspare. Estaciona e provoca péssima educação àqueles que ao seu lado desejam mais, melhor ou diferente. Busca sempre “ser mais um tijolo” como descreve a banda inglesa Pink Floyd na sua obra genial “The Wall”.

Entre tantas outras características comumente observadas a olho nu, eu considero como mais graves e gritantes, as seguintes:

  • Ele não tem PRESENÇA e, muito menos, POSTURA. Se ele está presente ou ausente ninguém sente a sua ausência ou falta – ele não tem voz própria, não tem aura e não tem calor humano. Ele é semelhante a uma árvore sem folhas e sem frutos. Portanto, pronta para ser cortada e lançada ao fogo – demitido. Por outro lado, ele nunca desperta atenção ou o interesse de seus subordinados, pares, e superiores.
  • Ele não tem PREPARO TÉCNICO, GERENCIAL E HUMANISTICO. Raramente abre um livro para ler ou estudar. O livro é uma ameaça a seu status quo e a sua zona de conforto. Ele jamais pesquisa sobre assuntos relacionados à natureza de seu trabalho e negócio; nunca procura a companhia dos homens sábios e diferenciados, como aconselhava o mestre Salomão, sábio judeu – “Anda com os sábios e serás sábio” – Provérbios 13.20, nunca se aprofunda no estudo sobre determinados assuntos como política, economia, finanças, tecnologia, globalização, gestão do conhecimento e do talento. Sua cultura é cultura de jornal, portanto rasa e superficial. Ele faz questão de se refugiar na própria ignorância, portanto, torna-se escravo dela. É o homem de um único livro – o livro da própria ignorância. Portanto, ele não evolui, mas sim parasita nas organizações.
  • Ele não tem POSICIONAMENTO PRÓPRIO. Esse indivíduo está sempre em cima do muro e se deixa moldar com grande facilidade à engrenagem corporativa. Além disso, detesta as diferenças e se aborrece com as exceções. É dependente e conformista. Portanto, nunca solicite dele uma opinião ou posição sobre determinados assuntos ou pessoas. Ele é escorregadio e gelatinoso, jamais manifestará sua opinião e é incolor. Ele sabe que para ser popular e bem visto é indispensável ser medíocre. Na linguagem de Engenieros, “desfila despercebido, sem aprender nem ensinar”.
  • Ele é POBRE DE ESPIRITO, portanto, invejoso. A inveja segundo Engenieros, “é a adoração dos homens pelas sombras, do mérito pela mediocridade. É o rubor da face sonoramente esbofeteada pela glória alheia. É o grilhão arrastado pelos fracassados. É o amargor saboreado pelos impotentes. É um venenoso humor que brota das feridas abertas pelo desengano da própria insignificância. É o mais ignóbil dos defeitos que enfeiam os caracteres vulgares”. O invejoso, como sabemos, não compartilha e não interage. Ele é amorfo e vive espelhado nos outros – não tem uma imagem própria.
  • Ele é uma FIGURA PLENAMENTE PREVISÍVEL. Quem o viu em ação uma única vez não necessitará vê-lo uma segunda vez. Ele assemelha-se ao pássaro que voa em linha reta e é facilmente abatido em pleno vôo. Ele nunca se irrita, nunca aumenta o tom de sua voz, nunca discute de maneira assertiva ou agressiva, nunca arrisca e fará de tudo para evitar um conflito com quem quer que seja.
  • Ele não tem PERSONALIDADE E, MUITO MENOS, LUZ PRÓPRIA. “Os homens sem personalidade são inumeráveis e vegetam moldados pelo meio; como cerca fundida no cunho social, sua moralidade de catecismo e sua inteligência quadrada os obrigam “a uma perpétua disciplina no pensar e na conduta; sua existência é negativa como unidades sociais”, afirmou Engenieros. Bovio, ao descrevê-lo, afirmou: “É dócil, acomodatício a todos as pequenas oportunidades, adaptabilissimo a todas as temperaturas de um dia variável”.
  • Ele tem uma PERFORMANCE PÍFIA ao longo de toda a sua carreira. Ele nunca é capaz de desenvolver trabalhos originais, inusitados e apresentar resultados excepcionais para sua organização e seus superiores. E, mais ainda, ele nunca é capaz de se elevar acima de seus colegas de trabalho. Ele é semelhante àquele último indivíduo da Parábola dos Talentos contada por Cristo, que ao receber um talento, escondeu-o na terra com medo dos ladrões. Tempos depois, quando o seu senhor voltou e pediu para que ele lhe prestasse contas da cota recebida, disse: “Senhor, eu conhecia-te, que és um homem duro, que ceifas onde não semeaste e ajuntas onde não espalhastes; E, atemorizado, escondi na terra o teu talento; aqui tens o que é teu. Respondendo, porém, o seu senhor, disse-lhe: Mau e negligente servo; sabes que ceifo onde não semeei e ajunto onde não espalhei; Devias então ter dado o meu dinheiro aos banqueiros, e, quando eu viesse, receberia o meu com juros. Tirai-lhe pois o talento, e dai-o ao que tem os dez talentos. Porque a qualquer que tiver será dado, e terá em abundância; mas ao que não tiver até o que tem ser-lhe-á tirado”. (S.Mateus 25.14 a 30).
  • Ele não expressa PAIXÃO no que empreende. O seu trabalho é um castigo que precisa ser suportado subservientemente em virtude dos compromissos financeiros, pessoais e familiares assumidos. Consequentemente, ele nunca é capaz de encontrar prazer no que empreende. Adoto um comportamento robotizado. “Ele é um meio-termo sem o suspeitar. É assim por natureza, não por opinião; por caráter, não por acidente. Em cada minuto de sua vida e em qualquer estado de ânimo é sempre medíocre”, afirmou Engenieros.
  • Ele tem verdadeiro pavor à PROJETOS DE MUDANÇA.

A mediocridade é tão antiga quanto o homem e desde sempre tem merecido estudos como é o caso do filósofo grego Platão em seu texto O Mito da Caverna. Dizia ele:

Imagine um grupo de homens vivendo em uma caverna, com uma entrada de luz que se estende por todo o seu comprimento, na qual eles tenham vivido desde o nascimento, acorrentados pelo pescoço e pelas pernas de modo que só possam olhar para a frente. Imagine também um fogo ardendo acima e atrás destes prisioneiros, com uma estrada passando entre este fogo e a caverna, com uma mureta baixa em sua extensão, como aquela que os feiticeiros colocam na frente de suas platéias, sobre a qual são expostas suas maravilhas.

Imagine também pessoas caminhando atrás desta mureta, carregando toda sorte de estátuas de homens e animais, de vários materiais, além de outros artigos. Alguns transeuntes conversam enquanto passam, outros passam em silêncio.

Os prisioneiros se parecem conosco, eu afirmo. Deixe-me perguntar primeiro: estas pessoas confinadas poderiam ver qualquer outra coisa além das sombras projetadas pelo fogo? Certamente que não, já que suas cabeças estariam imobilizadas. Seu conhecimento sobre as coisas que passam não seria então igualmente limitado? Sem dúvida que sim. Se pudessem conversar uns com os outros, não dariam eles nomes aos objetos que passam? Certamente.

Estas pessoas entenderiam serem aquelas sombras a única realidade.

Agora vamos supor que um dos prisioneiros seja libertado e forçado a se levantar e caminhar em direção à luz. Em um primeiro momento, o esplendor da claridade não o deixaria discernir os objetos daqueles que costumava ver na escuridão. Se interrogado, não diria ele que as sombras ainda seriam mais reais que estes objetos que castigam seus olhos?

Mas aos poucos, ele poderia ir se acostumando àquele ambiente. No início veria sombras, depois o reflexo de homens nas águas, até que pudesse ver a realidade e mesmos os corpos celestes. Quando este homem se lembrasse de seus antigos companheiros na caverna, não sentiria ele pena de sua ignorância? Certamente.

Agora considere o que ocorreria se este homem voltasse à caverna. Ficaria novamente cego por causa da terrível escuridão. Ele teria que tatear no escuro, e os outros prisioneiros o tomariam como um tolo, ririam de sua cegueira e insensatez em sair da caverna apenas para ter sua visão destruída. Caso este homem tentasse convencer seus colegas a segui-lo para fora da caverna, certamente seria morto, caso os prisioneiros para isso tivessem o poder. (Plato, Republic, Book Seven, pág. 225 a 226 – adaptado).

As consequências da mediocridade sobre os profissionais, as empresas e o país são terríveis. A pergunta a ser feita é: é possível reverter essa realidade que ameaça o futuro de uma carreira profissional, de uma organização e da própria nação brasileira? Esses são questões para serem discutidas no próximo artigo.


Perguntas para sua reflexão:

O que você considera ser um profissional medíocre à luz deste trabalho? Você já se deparou ou trabalhou com um deles? Qual é a sua percepção mais relevante sobre eles?

Que características pessoais o distingue de um profissional medíocre? Você é capaz de diferenciar? Cite oito dessas características.

Que políticas de recursos humanos contribuem para o florescimento de homens e mulheres medíocres nas organizações, segundo sua visão? O que você pode fazer para mudar essa realidade em seu dia-a-dia de trabalho? Cite dez ações realistas e concretas.

Que tipo de carreira profissional você empreende atualmente? Você está satisfeito com o progresso obtido até o presente ou considera o seu avanço medíocre? Lembre-se que “não há intermediários entre o medíocre e o pior”, segundo Nicolas Boileau-Despréaux, crítico e poeta francês, 1636 a 1711.

Se você considera o progresso de sua carreira mediano – medíocre, portanto –, o que você está fazendo para mudar essa realidade? Cite seis decisões que tomou e que ações implementa atualmente, a fim de sair da caverna dos medíocres?

Quantos livros você lê por ano? Você é capaz de citar os nomes de seus autores e as principais teses dos livros que leu? Você tem o hábito de ouvir palestras e conferências sobre assuntos alheios a sua área de trabalho, a fim de expandir a sua inteligência cultural? Quais foram as mais importantes e que impactaram sobre sua vida e carreira?

Quando você viaja ao exterior quais são os lugares que habitualmente visita e explora? Você estuda sobre os paises que visitará com antecedência ou se limita apenas aos “Books” para consumo rápido de leitura? O que aprendeu nessas viagens que o tornaram melhor?

Qual foi a última vez que você foi ao teatro, visitou um museu ou uma boa livraria, a fim de se atualizar sobre aqueles assuntos mais discutidos na atualidade?

Você se reúne com seus amigos, colegas, subordinados, pares ou superiores a fim de discutir assuntos que contribuem para o crescimento individual ou os reúne apenas para ver os jogos de futebol durante a copa do mundo, uma pelada ou partida de tênis no final de semana?

Você tem o hábito de reunir sua família ao redor da mesa de jantar, pelo menos uma vez por semana, para discutir assuntos relevantes, como foi o dia de seus filhos a importância da educação, da cultura, da ética, do cultivo das boas amizades, da política, da economia, da arte, da música ou mesmo sobre a vida de grandes figuras da história da humanidade – Napoleão Bonaparte, George Washington, Winston Churchill, Thomas Jefferson, Adam Smith, Abraham Lincoln, Alex de Tocqueville, Dante Alighieri, Thomas W. Edison, Henry Ford, General Robert Wood Johnson, Albert Einstein, Rui Barbosa, José Bonifácio o diplomata do império, José de Alencar, o escritor, Câmara Cascudo, Gilberto Freire, D. Pedro II, Nelson Mandela, entre centenas de outras figuras?

Qual foi a última vez quando você recomendou um bom livro aos seus subordinados, pares e superiores?(não valem os best sellers)

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